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Comportamento

Publicado dia 9 de janeiro de 2017 | escrito por Talita Ramos

Cirurgia bariátrica: processo que começa pela mente

Ao contrário do que muita gente pensa, a bariátrica é um procedimento delicado e que exige acompanhamento psicológico para ser bem sucedido.

Por Talita Ramos

Você sabia que para passar por uma cirurgia bariátrica, mais conhecida como redução do estômago é preciso ter preparação não só do corpo, mas também da mente? Durante o tratamento, ter um acompanhamento psicológico especializado pode fazer toda a diferença, uma vez que isso irá ajudar o paciente a se adaptar ao novo estilo de vida decorrente do processo.

mentemagraVocê pode estar se perguntando: “mas o que um psicólogo tem a ver com um tratamento para a redução de peso”? A resposta é: tudo! “O psicólogo prepara a pessoa para uma grande mudança de estilo de vida. Ele irá determinar a aptidão de um candidato ao processo, avaliando diferentes aspectos da vida do paciente, como por exemplo: a compreensão acerca da cirurgia, as mudanças no estilo de vida, as expectativas quanto aos resultados, a habilidade de aderir as recomendações do pós-operatório, problemas psiquiátricos atuais ou prévios, motivos para realizar os procedimentos cirúrgicos, entre outros”, explica a psicóloga Vanessa Guarino Tavares da Cruz.

Geralmente, quem encaminha o paciente para este processo é o médico cirurgião, uma vez que, sem a liberação psicológica, não é possível realizar o procedimento. “O paciente será avaliado e orientado. Não há um consenso sobre a quantidade de sessões. O procedimento dura, em média, seis meses antes da cirurgia para orientação e apoio, seguido de mais seis meses para acompanhamento depois da cirurgia”, afirma.

Vale saber
Segundo Vanessa, antes de submeter-se à cirurgia, é importante ter uma percepção de que o tratamento não é a última opção ou até uma opção milagrosa que irá resolver o problema da obesidade para sempre. Mas, sim, ter consciência de que a cirurgia é apenas uma etapa no processo para vencer a obesidade. Afinal, a cirurgia vem acompanhada de sacrifícios e limitações, assim como toda mudança de hábito, causando impactos na autoimagem e na vida social. “Um emocional equilibrado pode auxiliar na apreensão da nova imagem e na capacidade de colocar-se nos novos hábitos”.

bariatricaPeríodo pós-cirúrgico
Após o processo cirúrgico, o acompanhamento psicológico continua sendo um fator fundamental na questão da redução de peso, pois com a ajuda de um profissional o paciente pode evitar recaídas. “O resultado esperado para esta fase é que o paciente tenha emponderamento, consciência, conhecimento de como lidar com aspectos práticos e emocionais, além de saber evitar as recaídas. Sem este acompanhamento, muitas pessoas voltam a ter o peso anterior ao da cirurgia, pois não conseguem mudar o essencial: o estilo de vida. Se o problema emocional que levou ao sobrepeso não for ouvido, analisado, tratado e compreendido pela própria pessoa ou se a pessoa continuar se alimentando como fazia antes do processo, a cirurgia não obterá êxito. Por isso, é de suma importância o acompanhamento e apoio psicológico”, finaliza Vanessa.

Por se tratar de um processo delicado, a cirurgia bariátrica costuma ser uma das últimas opções de tratamento para quem está lutando contra a obesidade. Ela não é indicada para todos os casos e somente com avaliação médica é possível dizer quais situações são ou não elegíveis para o procedimento.

 

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